• Pesquisa Maturidade BIM no Brasil busca mapear a adoção e impacto da ferramenta na construção civil
  • Levantamento visa entender a transformação digital e modernização do setor
  • Participantes receberão relatório exclusivo e avaliação individual sobre seu nível de maturidade BIM

Qual o nível de maturidade atual do BIM na indústria da construção civil no Brasil? Empresas de diversos segmentos no ramo da construção civil podem ajudar a responder essa pergunta.

Fruto de uma parceria entre a Sienge, a auditoria Grant Thornton e a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), a pesquisa Maturidade BIM no Brasil chega à segunda edição, buscando mapear a adoção e o impacto da ferramenta no setor.

O levantamento visa compreender o cenário de transformação digital e modernização da construção civil no país. As informações obtidas vão contribuir para a realização de um diagnóstico sobre o avanço das construtoras brasileiras na jornada pela digitalização.

A pesquisa estará disponível até o dia 17 de junho e o tempo estimado para responder é de apenas cinco minutos. As construtoras que responderem o questionário terão acesso ao relatório final com exclusividade e ainda receberão uma avaliação individual sobre seu patamar de maturidade BIM. Clique aqui e participe agora mesmo!

Protagonista da transformação

Carro-chefe da transformação digital no setor, o BIM (Building Information Modeling) – ou Modelagem da Informação da Construção – é uma metodologia que une diversas ferramentas e tecnologias para geração e gestão de modelos digitais tridimensionais das propriedades físicas e funcionais de obras e projetos. 

Essa metodologia beneficia o setor da construção civil brasileira com ganhos de produtividade, redução de desperdícios, otimização de desempenho e controle da obra e da operação das edificações. 

Mudanças de cenário

A primeira edição da pesquisa Maturidade BIM no Brasil foi realizada em 2020. De lá para cá, a metodologia ficou ainda mais importante para os negócios. Com o decreto nº 9.983/2019, que entrou em vigor no início de 2021, o BIM passou a ser obrigatório em obras públicas. 

O BIM também é um dos pilares do Projeto Construa Brasil, lançado em abril de 2020 pelo Ministério da Economia. A proposta é melhorar o ambiente de negócios no setor da construção civil como foco na desburocratização, industrialização e digitalização do setor.

Um dos objetivos da pesquisa Maturidade BIM no Brasil é avaliar o avanço da adoção da metodologia após dois anos de difusão tecnológica e aumentos dos incentivos para seu uso.

A maturidade BIM 

Para Bilal Succar, uma das maiores autoridades no uso de BIM no mundo, a maturidade diz respeito a uma adoção assertiva e eficiente da metodologia. Segundo ele, o conceito tem a ver com  “qualidade, repetibilidade e grau de excelência em uma Capacidade BIM, ou seja, a habilidade no desempenho de uma tarefa ou na entrega de um serviço/produto BIM”.

A compreensão do nível de maturidade BIM pode ajudar as empresas do ramo na compreensão do estágio em que se encontram na transformação digital. Em um mercado cada vez mais competitivo e veloz, é muito importante não ficar para trás.

Descobertas da primeira pesquisa Maturidade BIM no Brasil

De acordo com o primeiro levantamento, realizado em 2020, 70% das empresas do setor pretendiam adotar o BIM em até dois anos. Dentre as companhias que já adotavam a metodologia na época, mais da metade (55,5%) eram empresas jovens, com menos de dez anos de atuação no mercado. 

A adoção do BIM também varia conforme a área de atuação da empresa. Levando em conta os respondentes da pesquisa, os seguintes segmentos possuem significativa adoção da metodologia BIM:

  • Escritórios de projeto
  • Indústria de materiais, componentes e sistemas construtivos
  • Loteadoras

Maiores gargalos

O mapeamento questionou 396 empresas e profissionais autônomos sobre suas razões de ainda adotar a metodologia BIM. As cinco respostas mais frequentes foram:

  • Barreiras financeiras, quanto aos softwares e equipamentos necessários (195)
  • Barreiras organizacionais, não temos estrutura de colaboradores grande o bastante para adotar a metodologia BIM (140) 
  • Barreiras financeiras, quanto aos treinamentos necessários (123) 
  • Barreiras de mercado, não encontramos projetistas aptos ou com um custo viável para adoção da metodologia BIM (114)
  • Não encontramos suporte ou orientação para o processo de implantação da metodologia BIM (75) 

Quem realizada a pesquisa Maturidade BIM no Brasil

  • Sienge: plataforma especialista líder em gestão para indústria da construção. Com mais 30 anos de mercado e mais de 4,5 mil clientes, o Sienge oferece um robusto leque de soluções em seu ecossistema tecnológico para todas as etapas do ciclo de incorporação, com atuação focada em promover a transformação digital do setor.
  • Grant Thornton: uma das maiores empresas globais de auditoria, consultoria e tributos. Com uma forma de trabalho customizada, auxilia empresas dinâmicas a atingirem seus potenciais de crescimento de forma sustentável, gerando a melhor proposta de valor para o negócio por meio de recomendações significativas, voltadas ao futuro.
  • Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI): formula e executa ações que contribuem para o desenvolvimento do setor produtivo nacional. Sua missão é estimular a transformação digital dos negócios, com vistas para o aumento da produtividade, competitividade e lucratividade. A ABDI também incentiva testes com novos modelos de negócios e uso de tecnologias em cidades inteligentes. A Agência é indutora da cultura de digitalização na economia nacional, gera inteligência competitiva e é responsável pela articulação entre agentes públicos e privados, sempre com o foco no desenvolvimento econômico e social do país.

Vamos juntos identificar o cenário atual dessa verdadeira transformação digital no setor. Participe agora: responder 2ª edição da pesquisa Maturidade BIM no Brasil

Roberta Chicoli da Construmarket
Roberta Chicoli da Construmarket

Profissional com mais de 20 anos de experiência na digitalização da construção civil, atua como Diretora da Unidade de Projetos e Obras na Construmarket, empresa do Ecossistema Sienge. Lidera as áreas de Comercial, Produto e Sucesso do Cliente com foco em crescimento sustentável e excelência na jornada do cliente. Reconhecida por sua habilidade em integrar equipes e estratégias, tem gerado resultados expressivos em receita, retenção e competitividade, sempre com uma abordagem colaborativa, orientada por dados e impulsionada pela inovação.