• O crescimento das startups no Brasil consolidou a tecnologia como um caminho sem volta também na construção civil.
  • As construtechs são startups que desenvolvem soluções tecnológicas para resolver desafios específicos do setor, como produtividade, controle e comunicação.
  • Elas atuam em áreas como gestão de obras, burocracia, segurança, suprimentos e métodos construtivos, gerando mais valor quando integradas a uma plataforma de gestão central, como o Sienge

A Construção Civil tem passado por um processo de transformação impulsionado pela tecnologia, e as construtech estão no centro dessa mudança. Nosso setor historicamente enfrenta problemas como baixa produtividade, processos manuais e informações desencontradas e, nesse sentido, a digitalização tem se tornado uma forte aliada.

À propósito, Construtech é o termo usado para definir startups e empresas de base tecnológica que desenvolvem soluções focadas em resolver dores reais da Construção Civil. Essas soluções atuam em diferentes frentes, como planejamento de obras, gestão de custos, suprimentos, segurança do trabalho, licenciamento e integração de dados entre equipes de campo e escritório.

O crescimento das dessa área reflete uma busca do setor por mais eficiência, previsibilidade e controle. Com o apoio de tecnologias como computação em nuvem, automação, análise de dados e integração de sistemas, construtoras e incorporadoras têm conseguido evoluir seus processos significativamente, conectando áreas que antes operavam de maneira isolada.

Ao longo deste artigo, você vai entender o que é uma construtech, como ela funciona na prática, em quais áreas pode gerar mais impacto e como escolher a solução certa para testar na sua operação. Boa leitura!

Índice:

O que é uma Construtech?

Construtech é uma empresa de base tecnológica que desenvolve soluções digitais focadas em resolver problemas específicos da Construção Civil através da tecnologia. Atuando, então, na melhoria de processos, gestão, produtividade, custos e integração de informações ao longo do ciclo da obra.

Basicamente, uma construtech aplica tecnologia para transformar atividades tradicionais da Construção Civil em processos mais eficientes, rastreáveis e conectados, tanto no canteiro quanto no escritório.

Embora os termos sejam próximos, startups, construtechs e proptechs não significam a mesma coisa.

  • Startup é um modelo de empresa caracterizado pela busca de crescimento rápido, inovação e escalabilidade. Ela pode atuar em qualquer setor da economia, como finanças, saúde, educação ou logística. O termo descreve mais o estágio e a mentalidade do negócio do que o mercado atendido.
  • Construtech é um recorte específico deste universo. Trata-se de uma startup ou empresa tecnológica cuja solução é voltada diretamente para a Construção Civil. Seu foco está em desafios como planejamento de obras, controle de custos, suprimentos, segurança do trabalho, entre outros.
  • Proptech, por sua vez, atua no mercado imobiliário. Suas soluções costumam estar ligadas a compra, venda, locação, gestão de ativos, crédito imobiliário e relacionamento com clientes. 

Enquanto a construtech se concentra na fase de projeto e execução da obra, a proptech se posiciona principalmente no ciclo de vida do imóvel como produto.

Na prática, algumas empresas podem transitar entre esses universos, mas a principal diferença está no problema que cada uma se propõe a resolver dentro da cadeia da Construção Civil e do mercado imobiliário.

Por que as construtechs cresceram na construção civil?

O crescimento das construtechs está diretamente ligado às dores estruturais da Construção Civil, já conhecidas por todos nós. A pressão por prazos mais curtos, margens mais apertadas e maior controle de custos expõe as limitações de processos manuais, planilhas isoladas e sistemas que não se conversam.

A baixa produtividade também sempre foi um dos principais desafios do setor. Grande parte do tempo das equipes é consumida com retrabalho, conferência de informações, ajustes de orçamento e correções de falhas de comunicação entre obra, engenharia, suprimentos e financeiro. Esse cenário gera desperdício de materiais, atrasos no cronograma e perda de previsibilidade em todo o processo.

Além disso, a fragmentação de dados e processos também é outro desafio em nosso setor. Informações importantes ficam espalhadas entre diferentes ferramentas, documentos físicos e controles paralelos. A ausência de uma visão integrada dificulta a tomada de decisão, aumenta o risco de erros e compromete o acompanhamento em tempo real da obra.

As construtechs surgem justamente para ir de encontro a esses gargalos com soluções focadas em eficiência, padronização e automação. Elas digitalizam etapas específicas da operação, reduzindo as tarefas manuais e criando fluxos de informação mais claros entre as áreas envolvidas.

Esse movimento reforça uma mudança importante no setor: a digitalização não se resume à adoção de uma ferramenta isolada. A evolução acontece quando processos passam a ser integrados, com dados fluindo de forma consistente entre planejamento, execução, suprimentos e controle financeiro. 

Softwares como o Sienge, por exemplo, cumprem esse papel ao funcionar como um núcleo de integração, conectando diferentes soluções e permitindo que a tecnologia realmente sustente decisões mais rápidas, precisas e alinhadas com a realidade da obra.

Mas afinal…

Construtech faz o quê na prática? Principais áreas de atuação

Para entender o que uma construtech faz na prática, vale olhar diretamente para os problemas do dia a dia da Construção Civil e como a tecnologia tem sido aplicada para resolvê-los. A seguir, estão as principais áreas de atuação das construtechs e como elas podem resolver diversas situações.

Burocracia e licenciamento

A burocracia pública é uma das dores mais relevantes do setor. Processos longos de licenciamento e emissão de alvarás impactam diretamente o cronograma e elevam o custo dos empreendimentos. Segundo pesquisa encomendada pela CBIC e pela ABRAINC à consultoria Strategy&, a burocracia pode aumentar o custo de um imóvel em até 12%.

Construtechs atuam na digitalização desses fluxos, substituindo processos físicos por plataformas digitais integradas. Em Mogi das Cruzes (SP), ocorreu um exemplo prático dessa prática: a Secretaria Municipal de Planejamento e Urbanismo reduziu o prazo de licenciamento de obras de seis meses para apenas 10 dias a partir da digitalização completa dos processos.

Gestão de obras (diário, comunicação, planejamento e controle)

A gestão de obras é tão complexa que a lista traz subdivisões desse tema: 

  • Diário de obras: uma das maneiras de controlar a obra a fim de evitar contratempos é através do diário de obras. Por isso, já existem startups focadas em digitalizá-los, permitindo acesso por aplicativo, como é o caso da startup Diário de Obra.
  • Gestão de tarefas e comunicação: é muito comum que o fluxo de informações no canteiro seja bastante ineficiente, tendo seu processo altamente concentrado em papéis ou planilhas descentralizadas. Com isso, é mais fácil perder informações, ao mesmo tempo que é difícil tirar insights de uma grande quantidade de dados descentralizados.
  • Planejamento e controle: neste subgrupo estão as startups que trazem soluções tanto para planejamento da obra quanto o acompanhamento da execução. A Prevision, por exemplo, parceira do Sienge, buscou trazer o conceito de linha de balanço para facilitar o planejamento de obras que tenham bastantes repetições. A Construct In, por outro lado, está desenvolvendo uma plataforma que torna possível o engenheiro acompanhar a obra de maneira remota a partir de fotos 360º tiradas no canteiro.

Suprimentos e compra de materiais (cotações, marketplaces B2B)

A compra de materiais ainda passa por processos manuais, múltiplas cotações e, muitas vezes, baixa transparência de preços. As plataformas de tecnologia para construção civil, construtechs, atuam conectando construtoras a redes de fornecedores, permitindo que uma única cotação alcance diversos players simultaneamente.

Um exemplo é a Conaz, adquirida em 2019 pela Ambar. Há também os marketplaces B2B, como o Estoque Parado, que ajuda os varejistas a dar vazão aos seus estoques ociosos; e a Obrazul, que permite com que os lojistas divulguem seus produtos de maneira online.

Esses empreendimentos facilitam a negociação, a comparação de preços e o escoamento de estoques ociosos, trazendo mais eficiência e previsibilidade para o setor de suprimentos.

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Segurança do trabalho 

Os acidentes de trabalho continuam sendo uma preocupação constante nos canteiros. Um dos principais fatores de risco é o não cumprimento das normas de segurança, como o uso obrigatório de EPIs.

Por isso que algumas construtechs vêm trabalhando nesse desafio, como é o caso da NextCam. A startup curitibana desenvolveu uma câmera que faz uso de visão computacional para identificar o operário e se ele está ou não fazendo o uso dos EPIs, além de contar o tempo que cada um ficou na obra. 

Mapeamento e topografia 

O uso de drones se consolidou como uma das aplicações mais conhecidas das construtechs. Essas tecnologias permitem o mapeamento de grandes áreas, cálculo de volumes, levantamentos topográficos, geração de imagens georreferenciadas e apoio à gestão patrimonial.

A captura de dados aéreos reduz tempo, custo e margem de erro quando comparada aos métodos tradicionais, além de ampliar a visibilidade do terreno e do avanço físico da obra.

Métodos construtivos e industrialização

E também não tem como deixar de fora as inovações em sistemas construtivos. Estamos falando dos métodos construtivos industrializados, como off-site, modulares, entre outros. Como têm um controle industrial, eles conseguem garantir um nível superior de qualidade e uma redução comprovada de 20% a 50% do tempo de construção.

Inclusive, recentemente, tivemos como exemplo a construção de 100 leitos de hospital entregues em apenas 33 dias, em São Paulo. As empresas responsáveis pela execução do projeto foram a Brasil ao Cubo, que fabrica módulos 3D em estrutura metálica, e a Tecverde, que utiliza painéis em woodframe.

Como uma construtora pode escolher uma construtech para testar?

Testar uma construtech é um passo importante dentro da jornada de digitalização da Construção Civil, mas esse processo exige método. Muitos pilotos falham não por problemas técnicos da solução, mas por falta de clareza sobre o problema que se deseja resolver, critérios mal definidos ou ausência de integração com a operação existente. 

Escolher bem desde o início aumenta significativamente as chances de gerar aprendizado real e resultados mensuráveis.

Comece pelo problema certo (e não pela ferramenta)

O ponto de partida nunca deve ser a tecnologia em si, e sim a dor do negócio. A construtora precisa formular o problema de forma objetiva, conectando-o a impactos claros em prazo, custo, qualidade ou produtividade. Atrasos recorrentes no cronograma, retrabalho no canteiro, falhas de comunicação entre obra e escritório ou desperdício de materiais são exemplos de dores comuns.

Quando o problema não está bem definido, surge o risco da “solução procurando problema”. Nesse cenário, a ferramenta até funciona tecnicamente, mas não gera valor prático para a operação. O resultado costuma ser baixa adoção, resistência das equipes e abandono do piloto.

Uma boa prática é descrever a dor em termos mensuráveis, mesmo antes do teste. Quanto tempo está sendo perdido, qual o custo envolvido ou onde ocorre a maior ineficiência. Esse exercício ajuda a direcionar a escolha da construtech e cria uma base concreta para avaliação posterior.

Defina critérios mínimos antes de contratar um software 

Antes de iniciar qualquer teste, é fundamental estabelecer critérios claros. O primeiro deles é o escopo do piloto. Deve ficar evidente o que será testado, em qual obra, por quanto tempo e quais processos entram ou ficam fora dessa fase inicial.

Também é importante definir um time responsável, com papéis bem distribuídos. Quem lidera o piloto, quem apoia no canteiro, quem acompanha indicadores e quem se relaciona com a construtech. Além disso, prazo e orçamento precisam estar delimitados, mesmo que o teste tenha baixo custo financeiro.

Outro ponto essencial são os critérios de sucesso: o que precisa acontecer para o piloto ser considerado bem-sucedido? Redução de tempo, ganho de produtividade, melhoria na qualidade da informação ou maior controle do processo são exemplos. Sem esses critérios, a avaliação se torna subjetiva e dificulta a tomada de decisão ao final do teste.

Estabeleça métricas e indicadores (KPIs) do teste

Um piloto sem métricas é apenas opinião. Por isso, a definição de KPIs deve acontecer antes do início do teste. Esses indicadores precisam estar diretamente ligados à dor que motivou a escolha de um software para construção civil.

Na obra, podem ser medidos indicadores como avanço físico, redução de retrabalho, cumprimento de prazos e produtividade da equipe. Em suprimentos, é interessante avaliar o tempo de cotação, economia obtida, redução de compras emergenciais ou lead time de entrega. Em segurança do trabalho, verifique o número de não conformidades, adesão ao uso de EPIs ou registros de incidentes.

Além disso, vale observar os impactos em custo, qualidade e previsibilidade. Mesmo quando o ganho financeiro direto não é imediato, melhorias na organização da informação e na tomada de decisão já representam valor. O importante é que os KPIs sejam simples, comparáveis e coletados de forma consistente ao longo do piloto.

Avalie integração e dados (o ponto que mais quebra piloto)

A integração costuma ser o principal fator de falha em testes com construtechs. Quando a ferramenta funciona de forma isolada, criando novos controles paralelos, a tendência é gerar retrabalho e resistência das equipes.

É fundamental avaliar como a solução se conecta com as rotinas existentes. Quais dados entram, quais dados saem e onde essas informações serão consolidadas. A duplicidade de lançamentos é um sinal de alerta, assim como a falta de clareza sobre a governança dos dados.

Ferramentas que se integram a sistemas de gestão já utilizados pela construtora facilitam a adoção e aumentam o valor do piloto. O Sienge, por exemplo, ajuda a centralizar informações e permite que diferentes soluções conversem entre si, reduzindo silos e garantindo consistência nos dados utilizados para decisão.

Valide adoção no canteiro e no escritório

Uma construtech só gera resultado quando é usada de fato. Por isso, a validação da adoção deve considerar tanto o canteiro quanto o escritório. Usabilidade, facilidade de acesso, clareza da interface e curva de aprendizado fazem muita diferença no dia a dia.

Treinamento e suporte também são pontos importantes. A equipe precisa saber como usar a ferramenta e ter com quem contar em caso de dúvidas ou problemas. Quando isso não acontece, podem surgir barreiras culturais, como resistência à mudança ou abandono do uso após as primeiras dificuldades.

Reduzir fricção passa por envolver os usuários desde o início, explicar o propósito do piloto e mostrar como a solução pode facilitar o trabalho e não criar mais tarefas. Esse alinhamento aumenta o engajamento e a qualidade dos dados gerados durante o teste.

Faça um plano de escala (ou descarte rápido)

Todo piloto deve nascer com uma visão clara dos próximos passos. Caso os resultados sejam positivos, já é importante ter um plano de escala, definindo em quais obras, áreas ou processos a solução será expandida.

A escalabilidade tende a ser mais simples quando a construtora já opera sobre uma plataforma central de gestão, como o Sienge, que facilita a replicação de processos, integra dados e mantém governança à medida que novas soluções são incorporadas.

Da mesma forma, é saudável estabelecer critérios para pausar ou descartar rapidamente a construtech, caso ela não atinja os objetivos definidos. Insistir em soluções que não geram valor consome tempo, energia e credibilidade do processo de inovação.

Um checklist final ajuda na decisão: 

  • O problema foi resolvido? 
  • Os KPIs melhoraram? 
  • Houve integração com os processos existentes? 
  • A equipe adotou a solução e o custo faz sentido para escalar? 

Quando a maioria dessas respostas é positiva, significa que você pode considerar a construtech para fazer parte da operação.

Construtechs na nuvem (SaaS/XaaS): por que esse modelo domina o setor

O modelo “As A Service” tem sido um dos grandes responsáveis pelo crescimento das construtechs, porque muda a forma como a tecnologia é entregue e consumida na Construção Civil. Em vez de adquirir softwares e hardwares como produtos físicos, com licenças fixas e infraestrutura própria, as soluções hoje em dia são contratadas como serviços disponíveis na nuvem e pagas por contratos sob demanda.

As siglas XaaS(Anything as a Service) e SaaS (Software as a Service) representam exatamente esse conceito. 

A tecnologia não é mais um ativo imobilizado, mas um serviço contínuo, acessado pela internet, com cobrança recorrente conforme o uso ou o plano contratado. Assim, as construtoras não precisam mais investir grandes valores iniciais em servidores, licenças ou manutenção.

Plataformas de gestão em nuvem, como o Sienge, seguem essa mesma lógica, permitindo que construtoras integrem construtechs especializadas sem altos investimentos iniciais e com maior previsibilidade de custos.

Esse modelo altera bastante a lógica financeira. Recursos de tecnologia deixam de ser registrados como CAPEX e passam a ser tratados como despesas operacionais do fluxo de caixa. A principal vantagem está na contenção de investimentos e na desimobilização de ativos, combinadas com acesso a serviços especializados, atualizados continuamente e oferecidos a preços mais previsíveis. 

Já o principal desafio está no controle das despesas recorrentes, já que uma gestão inadequada pode pressionar o caixa mensal.

No entanto, na nuvem, as construtechs operam com contratos de serviço que garantem regras claras de uso, pagamento, desempenho, segurança, suporte técnico e integrações. Esse formato permite escalar ou interromper o serviço com agilidade, de acordo com a necessidade da operação.

Ao longo deste conteúdo, ficou claro que a adoção de construtechs só gera resultado quando existe integração, governança de dados e visão sistêmica da operação. É nesse ponto que plataformas de gestão integradas fazem a diferença, conectando soluções especializadas e sustentando decisões mais seguras em todas as fases da obra.

Ao centralizar informações e integrar construtechs, o Sienge reduz retrabalho, elimina silos de dados e aumenta a previsibilidade da operação, apoiando decisões mais seguras do planejamento à execução da obra.

Perguntas frequentes sobre construtechs

As construtechs ainda geram muitas dúvidas na Construção Civil, principalmente quando o tema é aplicação prática, retorno sobre investimento e impacto na operação. Pensando nisso, separamos abaixo as respostas para as perguntas mais comuns sobre o assunto.

Construtech e proptech é a mesma coisa?

Não. A construtech atua na fase de projeto, planejamento e execução da obra, com foco em processos construtivos, gestão e produtividade. Já a proptech está voltada ao mercado imobiliário, tratando de venda, locação, gestão de ativos e relacionamento com clientes. A diferença está no problema que cada uma resolve dentro da cadeia do setor.

Construtech serve só para obra?

Não. Apesar de muitas soluções atuarem no canteiro, construtechs também impactam áreas como engenharia, suprimentos, planejamento, financeiro, contratos e gestão de dados. O valor aparece quando as informações circulam entre obra e escritório de forma integrada.

Como medir o ROI de uma solução no canteiro?

O ROI pode ser medido comparando indicadores antes e depois da adoção da solução. Redução de retrabalho, ganho de produtividade, economia de materiais, menor tempo de execução e menos horas gastas em tarefas manuais são métricas comuns. Mesmo ganhos operacionais indiretos, como melhor previsibilidade, devem ser considerados.

O que avaliar em integração com sistemas para construção civil?

É importante verificar a entrada e saída de dados, risco de duplicidade, facilidade de integração e governança da informação. Soluções que se conectam a sistemas de gestão já utilizados pela construtora reduzem retrabalho e aumentam a confiabilidade dos dados, com apoio de softwares como o Sienge.

Dá para inovar na construção civil sem “parar a operação”?

Sim. O caminho mais seguro é testar sistemas para construção civil por meio de pilotos controlados, com escopo definido, métricas claras e impacto limitado. Esse modelo permite aprender, ajustar processos e escalar gradualmente, sem comprometer a rotina da obra ou do escritório.

Construtech e softwares para construção civil valem a pena para pequenas construtoras?

Sim, construtechs e sistemas para construção civil podem valer a pena para pequenas construtoras, principalmente quando estão conectadas a uma plataforma de gestão que organiza a operação como um todo como o Sienge. Muitas construtechs operam no modelo SaaS, com baixo investimento inicial, o que facilita testes controlados mesmo para empresas menores.