Antes de ser cliente do Ecossistema Sienge, a dor principal da CBA era o controle de prazos e o trabalho manual excessivo.
O processo tradicional era extremamente trabalhoso e impedia a visão preditiva: “Eu acho que a dor que todo mundo sente é atraso de obra,” explica Luiz Fernando, Diretor técnico da CBA. A falta de gestão visual e de números com antecedência levava a obras sempre “no limite ou ultrapassar muitas vezes esse limite”, gerando impacto de imagem e no relacionamento com o cliente.
O esforço para manter os cronogramas era outra complicação: “Muita coisa na mão, muda uma data, tem que mudar todas as outras no braço, uma coisa muito trabalhosa”, conta o Diretor técnico.