Antes da Prevision, o controle das obras era feito com planilhas separadas e descentralizadas.
“Cada pessoa do escritório tinha uma planilha diferente, o pessoal de obra tinha outra planilha, outro sistema. Então, no final do mês, cada pessoa tinha uma informação diferente”, conta Eduardo Midega, Gerente de Planejamento e Controle de Custos do grupo.
Essa fragmentação de dados dificultava a comunicação entre as equipes e a consolidação dos resultados. O problema se tornava ainda mais complexo com o volume de obras em andamento.
“A gente estava com 32 projetos em andamento. Foi como se estivesse arrumando o carro com ele correndo praticamente”, lembra Midega.