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Redução de até 80% no ciclo de fechamento físico: como a Urben Construtora elevou o controle das obras

A Urben Construtora, especializada em empreendimentos residenciais em Ribeirão Preto (SP), enfrentava um cenário comum: controles dispersos em planilhas e dificuldades para alinhar o orçamento ao planejamento físico-financeiro. Com o crescimento da empresa, o desafio se tornou insustentável. A virada veio com a adoção do Ecossistema Sienge.

Sobre a construtora

Com 14 anos de atuação, a Urben concentra cerca de 80% de seus projetos no segmento de habitação econômica e 20% em empreendimentos de médio e alto padrão. A empresa é reconhecida pela expansão consistente e pela busca contínua por eficiência e tecnologia em seus processos construtivos.

Sobre a construtora

Com 14 anos de atuação, a Urben concentra cerca de 80% de seus projetos no segmento de habitação econômica e 20% em empreendimentos de médio e alto padrão. A empresa é reconhecida pela expansão consistente e pela busca contínua por eficiência e tecnologia em seus processos construtivos.

O desafio

Nos primeiros anos, o controle da Urben era feito por meio de várias planilhas sem integração. O orçamento não se conectava ao planejamento, e qualquer ajuste exigia atualizações manuais. “De planilhas são várias pessoas operando, tem várias versões de planilhas”, explica Guilherme Arteiro, gerente de Engenharia Técnica da Urben.

Com o aumento do volume de obras e a necessidade de agilidade nos replanejamentos, a equipe percebeu que o modelo anterior chegava a consumir mais de uma semana para o registro completo do andamento dos projetos, algo que comprometia a otimização de tempo.

A solução

A Urben adotou o ERP Sienge Plataforma e o Prevision Planejamento de Obra, integrando o controle físico-financeiro em um único fluxo.

O Sienge Plataforma passou a concentrar contratos, custos, pagamentos e recebimentos. Já a Prevision trouxe uma visualização clara da obra, com Linha de Balanço e replanejamentos automáticos.

“A plataforma é intuitiva, já mostra onde estamos sendo efetivos e onde há ineficiência"

Com a integração entre Sienge e Prevision, o orçamento, o cronograma e as curvas de desembolso passaram a se atualizar de forma automática. 

A sincronização acontece porque o Sienge concentra o orçamento e os contratos, enquanto a Prevision elabora o cronograma físico-financeiro por meio da metodologia de Linha de Balanço. 

As informações de custo e avanço físico são compartilhadas entre as plataformas, garantindo que qualquer replanejamento atualize automaticamente as curvas financeiras e o cronograma de execução.

"Antes eu fazia quatro replanejamentos, um físico e três financeiros. Hoje, faço apenas um e tenho tudo alinhado"

Além da automação, a usabilidade colaborativa transformou o acompanhamento interno. O cronograma visual permite que diferentes áreas atuem no mesmo ambiente.“O engenheiro opera, o analista vê o cronograma e o diretor não precisa de relatórios. Ele entra na plataforma e enxerga tudo em tempo real”, detalha Arteiro.

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O Sienge Plataforma passou a concentrar contratos, custos, pagamentos e recebimentos. Já a Prevision trouxe uma visualização clara da obra, com Linha de Balanço e replanejamentos automáticos.

“A plataforma é intuitiva, já mostra onde estamos sendo efetivos e onde há ineficiência"
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Com a integração entre Sienge e Prevision, o orçamento, o cronograma e as curvas de desembolso passaram a se atualizar de forma automática. 

A sincronização acontece porque o Sienge concentra o orçamento e os contratos, enquanto a Prevision elabora o cronograma físico-financeiro por meio da metodologia de Linha de Balanço. 

As informações de custo e avanço físico são compartilhadas entre as plataformas, garantindo que qualquer replanejamento atualize automaticamente as curvas financeiras e o cronograma de execução.

"Antes eu fazia quatro replanejamentos, um físico e três financeiros. Hoje, faço apenas um e tenho tudo alinhado"
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Além da automação, a usabilidade colaborativa transformou o acompanhamento interno. O cronograma visual permite que diferentes áreas atuem no mesmo ambiente.“O engenheiro opera, o analista vê o cronograma e o diretor não precisa de relatórios. Ele entra na plataforma e enxerga tudo em tempo real”, detalha Arteiro.

O ganho de tempo foi expressivo: o ciclo de análise e consolidação do progresso real das obras foi reduzido em até 80%.

A visibilidade em tempo real trouxe mais agilidade à tomada de decisão e fortaleceu a cultura de controle na empresa.

"O que antes levava de sete a dez dias, hoje fazemos em meio período por obra. Um analista consegue rodar quatro obras em dois dias. Saímos do operacional e conseguimos dedicar tempo ao que realmente importa: a gestão.”

Conclusão

Com os processos totalmente integrados, a Urben reforça seu foco em eficiência e tecnologia. “Queremos ser uma empresa ainda mais eficiente, entregando um produto melhor em menos tempo”, projeta Arteiro.